A elevação da preferência humana ao nível de mandato divino não se limita a um grupo isolado de fariseus moralistas no século I. Este problema tem afligido a igreja no decorrer de sua história. Não somente se desenvolveram tradições que foram acrescentadas à lei de Deus, mas também, em muitos casos, elas se tornaram os testes supremos da fé, os testes decisivos pelos quais indivíduos eram considerados cristãos ou não cristãos. Segundo o Novo Testamento, é impensável que o compromisso cristão de uma pessoa seria determinado por tal pessoa se envolver ou não em dançar, por usar batom ou coisas semelhantes. Infelizmente, quando estas preferências se tornam os testes da fé, elas não somente envolvem a elevação de preceitos não bíblicos ao nível da vontade de Deus, mas também representam a vulgarização da retidão. Quando coisas exteriores se tornam o padrão de medir a retidão, elas obscurecem os testes genuínos de retidão.
Blog Oficial da Convenção Estadual dos Ministros Evangelicos das Assembleias de Deus em Santa Catarina
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
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